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domingo, 14 de abril de 2013
Maravilhoso esse vídeo!
Quem ainda não viu, assista!! Uma linda mensagem sobre o poder que os livros têm sobre nós...
Quem ainda não viu, assista!! Uma linda mensagem sobre o poder que os livros têm sobre nós...
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domingo, 7 de abril de 2013
Passando rapidinho, só pra não falar que não atualizo isso.
Estava ouvindo Bjork e me lembrei muito das sensações que tenho quando leio Clarice. As duas parece que tiram o equilíbrio interior. Como se algo estivesse terrivelmente errado.
Estava ouvindo Bjork e me lembrei muito das sensações que tenho quando leio Clarice. As duas parece que tiram o equilíbrio interior. Como se algo estivesse terrivelmente errado.
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música
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segunda-feira, 11 de março de 2013
| Doodle de hoje, em homenagem a Douglas Adams |
Hoje, se estivesse vivo, Douglas Adams faria 61 anos. Ele é o autor de uma das mais famosas séries de ficção científica do mundo. A
coleção “O guia do mochileiro das galáxias”, apesar do que sugere o nome, é mais
do que uma história de ficção científica. É uma paródia sobre a humanidade,
suas dúvidas, preocupações, hábitos e pensamentos. Adams conta a história, que
começa com a destruição da Terra, de uma maneira simples e direta. Não usa um
vocabulário culto e sim uma linguagem simples, com frases curtas, permeadas de
gírias e expressões correntes na língua oral. Na verdade, o livro é escrito
como se fosse uma conversa informal.
O
guia que dá o nome ao primeiro livro é o ícone principal desta que é conhecida
como a “trilogia de quatro livros”. A inscrição em letras garrafais que traz na
capa - “NÃO ENTRE EM PÂNICO” - já adianta o tom que encontramos em toda a obra.
Sendo um “livro dentro do livro”, o Guia funciona como uma ferramenta para o
autor descrever este universo que existe na obra.
Um
dos principais traços de sua escrita é a constante conversa com o leitor. Por
vários momentos o narrador para a história que está narrando para invocar o
leitor, geralmente no intuito de quebrar as expectativas que possam estar sendo
construídas na leitura, como logo no início do primeiro livro:
... uma garota, sozinha numa pequena lanchonete em Rickmansworth, de repente compreendeu o que tinha dado errado todo esse tempo e finalmente descobriu como o mundo poderia se tornar um lugar bom e feliz. Desta vez estava tudo certo, ia funcionar, e ninguém teria que ser pregado em coisa nenhuma.Infelizmente, porém, antes que ela pudesse telefonar para alguém e contar sua descoberta, aconteceu uma catástrofe terrível e idiota, e a idéia perdeu-se para todo o sempre.Esta não é a história desta garota. (O guia do mochileiro das galáxias, p. 14)
Este recurso às vezes adianta o
final de algum episódio, como se o autor estivesse se divertindo em desfazer o
suspense ou a expectativa que o leitor possa ter. Adams debocha do leitor
descaradamente em várias passagens, como notamos no fim de uma das pausas do
narrador, após já ter contado o final de toda a cena posterior: “Para manter um
mínimo de suspense, não diremos por enquanto a quem pertence o braço que será
machucado. Esse fato pode ser mantido em segredo sem qualquer problema por ser
absolutamente irrelevante.” (Id, p. 121)
Há, no entanto, um caráter
filosófico na obra. Desde o início, o livro propõe-se a discutir a questão
sobre a vida, o universo e tudo mais. Ainda que leve a discussão num tom de
piada, Adams nos faz refletir sobre o sentido da existência. É uma proposta
corajosa a de abordar o tema mais profundo da filosofia com o humor. O autor
faz um humor inteligente, inusitado, colocando os ratos como os detentores de
uma hiper-inteligência. Como questionadores, constroem um computador capaz de
dar conta de responder a esta dúvida que atormenta (a maioria d)os seres vivos
pensantes.
Já o grupo de alienígenas Golgafrinchianos
é uma crítica direta à sociedade, já que eles são os antepassados diretos dos
seres humanos. Esse grupo foi expulso do seu planeta de origem por ser
considerado “de pouca utilidade” lá. É representado por cabeleireiros,
executivos de relações públicas e pesquisadores de opinião, entre outros. Há
ainda os Krikkitianos, raça xenófoba que quer destruir tudo que seja diferente deles
e os Vogons, com os quais critica a burocracia.
Os políticos também não escapam de
seu foco de atenção. O Presidente da Galáxia é apenas uma figura pública para
desviar a atenção de onde está realmente o poder. Apenas seis pessoas sabem
onde o poder está realmente. O presidente precisa ser uma pessoa polêmica e ter
características como a excentricidade e uma personalidade irritante, porém
fascinante. O político é na verdade apenas um pop-star para distrair as pessoas enquanto o poder é exercido sem
maiores perturbações.
As descrições que o autor traz no
livro são inabituais e forçam a imaginação do leitor, criando imagens
fantásticas ou impossíveis, como vemos num dos trechos mais excêntricos da série:
Se você pegasse dois David Bowies e colocasse um David Bowie em cima do outro, depois colocasse um David Bowie na extremidade de cada braço do David Bowie que estava por cima e daí cobrisse tudo com um roupão de praia sujo, você teria algo que não seria exatamente parecido com John Watson, mas aqueles que o conheciam na certa o julgariam assombrosamente familiar.Ele era alto e desengonçado. (Até mais, e obrigado pelos peixes, p. 160)
Há várias referências a
personagens e itens da cultura pop contemporânea, talvez um reflexo da origem
da obra, uma série da rádio BBC. A obra sem dúvida deixou uma legião de fãs
pelo mundo. A comédia de Douglas Adams consegue tocar em “feridas abertas” de
um modo que, ao mesmo tempo em que nos faz rir, nos incita à reflexão. Mesmo sabendo
que há algo terrivelmente errado com a humanidade, seus costumes, hábitos e
relações de poder, é sempre um alívio poder contar com a arte para nos fazer
enxergar e provocar reflexões.
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
Os livros "Dom Casmurro" de Machado de Assis, "O Cortiço", de Aluísio Azevedo e "Memórias de um Sargento de Milícias", de Manuel Antônio de Almeida foram transformados em games online. A plataforma pode ser acessada no site Jogos Clássicos da Literatura.
Além dos jogos, no site nós podemos encontrar os livros em versões digital, curiosidades sobre o autor e sobre as próprias obras. Há também papéis de parede feitos com imagens do jogo, muito bonitos e divertidos.
Por enquanto, eu só consegui dar uma olhada nos jogos, mas são bem interessantes e têm trechos das obras, o que dá vontade de ler o original, que está lá mesmo, nem precisamos sair do portal.
É uma ótima ideia! O roteiro dos jogos é construído a partir das tramas dos livros originais, mas o jogador pode fazer modificações, escolher o final, reconstruir, reelaborar e transformar as histórias. No jogo "Memórias de um sargento de milícias", há vários tipos de jogo, e dá para decidir o destino de Maria, mãe de Leonardo,por exemplo A única coisa que senti falta foi da música.
Bom, vale a pena dar uma passada lá para conhecer tanto o jogo quanto um pouco mais da nossa literatura!
Fonte: Portal Aprendiz
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jogos,
literatura
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Então, vamos começar outro ano, desejando que seja um ano de muitas realizações e muito sucesso.
E, com o início desse ano, eu também inicio meu bloguinho. Há tempos estou ensaiando isso, se não começar de uma vez, vou ficar adiando pra sempre.
Ainda não sei o que eu quero que esse blog seja, se um blog de trabalho, um blog sobre livros, filmes... Acho que vou deixar isso em aberto por enquanto. Deixa a vida me levar (pouco clichê, hã?). Por isso, a aparência de diário por enquanto, que acredito que será mudada em breve (ou não, mudo de ideia muito fácil). Por enquanto, vamos deixar pra escrever o que vier à cabeça.
Bom, como estou com pouco tempo, já encerro essa apresentação, mas prometo voltar em breve. Dessa vez, o blog vai viver!
Vou ficar com um pensamento que, espero, poder seguir aqui no blog:
"Seja sempre um poeta, mesmo em prosa" Charles Baudelaire
Beijinhos e vamos que vamos!
E, com o início desse ano, eu também inicio meu bloguinho. Há tempos estou ensaiando isso, se não começar de uma vez, vou ficar adiando pra sempre.
Ainda não sei o que eu quero que esse blog seja, se um blog de trabalho, um blog sobre livros, filmes... Acho que vou deixar isso em aberto por enquanto. Deixa a vida me levar (pouco clichê, hã?). Por isso, a aparência de diário por enquanto, que acredito que será mudada em breve (ou não, mudo de ideia muito fácil). Por enquanto, vamos deixar pra escrever o que vier à cabeça.
Bom, como estou com pouco tempo, já encerro essa apresentação, mas prometo voltar em breve. Dessa vez, o blog vai viver!
Vou ficar com um pensamento que, espero, poder seguir aqui no blog:
"Seja sempre um poeta, mesmo em prosa" Charles Baudelaire
Beijinhos e vamos que vamos!
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