Populares
-
Objetivo: discutir a construção de estereótipos na publicidade. Estereótipo Pode-se definir estereótipo como sendo generaliza...
-
Objetivo: Fixar as regras de utilização dos diferentes tipos de "porquês" em Língua Portuguesa. Participantes: Grupos de...
-
Olá. Hoje estou postando uma atividade de análise de propaganda que fiz com o 8º ano. Corrigi algumas coisas que não deram muito certo na mi...
-
Ontem foi o dia do aniversário do poeta Mário Quintana. Para marcar a data, trouxe um pouquinho de sua vida e um dos meus poemas preferidos ...
-
Olá. Já divulguei esse livro no blog da escola, mas vou colocá-lo aqui também, para que todo mundo possa conhecer o trabalho desses alunos...
-
Maravilhoso esse vídeo! Quem ainda não viu, assista!! Uma linda mensagem sobre o poder que os livros têm sobre nós...
-
Olá, pessoal. Segue o link para o jogo de aprendizagem da Olimpíada de Língua Portuguesa: Memórias Literárias (clique na imagem para abrir)...
-
Olá! Acabou não dando pra postar na terça e, por mudanças de agenda, vou ter que mudar o dia de postagem para quinta. Hoje, vou falar um pou...
-
Olá, pessoal. As inscrições do ENEM já começaram e a redação é uma parte importantíssima da prova. Nas últimas edições houve alguns probl...
-
Ótima ideia a dessa página no Facebook: Da boca pra fora . É uma página que reúne diversos vídeos de declamação de poemas de poetas consag...
Minha lista de blogs
Quem sou eu
Seguidores
Arquivo do Blog
Visualizações de página
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Olá! Acabou não dando pra postar na terça e, por mudanças de agenda, vou ter que mudar o dia de postagem para quinta. Hoje, vou falar um pouquinho sobre o pretérito imperfeito.
1) Quando nos transportamos a uma época passada através do pensamento e descrevemos o que era presente naquele momento:
A rua estava deserta.
2) Para indicar, entre ações simultâneas, a que estava se processando quando a outra sobreveio:
Quando se aproximava para me assustar, acabou ele mesmo levando um susto pelo trovão.
3) Para denotar uma ação passada habitual ou repetida (imperfeito frequente):
Ela corria todas as manhãs no parque.
4) Para designar fatos passados e concebidos como contínuos ou permanentes:
A padaria ficava logo ali, naquela esquina.
5) Para situar vagamente no tempo contos, lendas, fábulas etc. (caso da música “João e Maria”, de Chico Buarque que eu trouxe alguns posts atrás):
Era uma vez, num reino muito distante...
É interessante trabalhar essa distinção em sala de aula, chamando a atenção para os diferentes empregos em funcionamento nos textos. Como os próprios autores chamam a atenção, o pretérito imperfeito é o tempo que mais se presta a narrações e descrições, sendo usado mais para explicar os eventos com minúncias do que para enumerá-los. Assim, é um dos recursos mais importantes dos autores de língua portuguesa.
A própria denominação desse tempo verbal expressa que se trata de um fato passado não acabado (não perfeito). Tem uma ideia de continuidade, de duração do processo verbal mais acentuada do que os outros tempos pretéritos. Segundo a Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra, pode ser usado de 7 maneiras diferentes. Vou colocar as 5 mais comuns aqui:
A rua estava deserta.
2) Para indicar, entre ações simultâneas, a que estava se processando quando a outra sobreveio:
Quando se aproximava para me assustar, acabou ele mesmo levando um susto pelo trovão.
3) Para denotar uma ação passada habitual ou repetida (imperfeito frequente):
Ela corria todas as manhãs no parque.
4) Para designar fatos passados e concebidos como contínuos ou permanentes:
A padaria ficava logo ali, naquela esquina.
5) Para situar vagamente no tempo contos, lendas, fábulas etc. (caso da música “João e Maria”, de Chico Buarque que eu trouxe alguns posts atrás):
Era uma vez, num reino muito distante...
É interessante trabalhar essa distinção em sala de aula, chamando a atenção para os diferentes empregos em funcionamento nos textos. Como os próprios autores chamam a atenção, o pretérito imperfeito é o tempo que mais se presta a narrações e descrições, sendo usado mais para explicar os eventos com minúncias do que para enumerá-los. Assim, é um dos recursos mais importantes dos autores de língua portuguesa.
Marcadores:
análise linguística
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comentários:
Postar um comentário